Um rapper muçulmano canta sobre Jesus

Os anjos disseram: ‘Ó Maria, De fato Deus te favoreceu com Sua palavra, Aquele cujo nome é o Messias, Jesus, o filho de Maria.’ (Corão 3:45)

The son of a virgin, they say it is illogical,

probably improbable, but God made it possible.

Gabriel told Mary that her son would be phenomenal,

His voice was always audible, the opposite of prodigal,

He overcame the obstacles, people attacking him.

He was a walking hospital, with heathen he was compassionate.

He healed the sick, raised the dead. Shout out to Lazarus.

I’m talkin’ about Jesus of Nazareth.

Naquela época vivia Jesus, homem sábio, de excelente conduta e virtude reconhecida. Muitos judeus e homens de outras nações converteram-se em seus discípulos. Pilatos ordenou que fosse crucificado e morto, mas aqueles que foram seus discípulos não voltaram atrás e afirmaram que ele lhes havia aparecido três dias após sua crucificação: estava vivo. Talvez ele fosse o Messias sobre o qual os profetas anunciaram coisas maravilhosas.

Flávio Josefo, historiador judeu, em “Antiguidades Judaicas” Livro 18, 3, 3 § 63-64. Aproximadamente 95 d.c

Uma oração de Eric Clapton

Dear Lord, give me strength to carry on

Caro Senhor, dai-me força para continuar

Dear Lord, give me strength to carry on

Caro Senhor, dai-me força para continuar

My home may be out on the highway

Minha casa pode estar lá na estrada

Lord, I’ve done so much wrong

Senhor, eu já fiz tanta coisa errada

But please, give me strength to carry on

Mas, por favor, me dê força para continuar

A renúncia de Bento 16 e a mística cristã.

Caros leitores, 

Compartilho com vocês o comentário do abade trapista do mosteiro de Scourmont sobre a demissão do papa. Um belo texto que vê na atitude de Ratzinger o misticismo profundamente respeitoso à razão do cristianismo

(perdoem-me os erros na tradução, o autor deste blog não é perito em francês!)

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Renúncia do Papa

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          O Santo Padre, Bento XVI, pegou todos de surpresa esta semana ao anunciar sua renúncia. Isso é algo que raramente tinha se experimentado na Igreja, não acontecia há seis séculos. A decisão não foi totalmente inesperada, em primeiro lugar, porque o direito canônico de 1983 prevê a possibilidade e, por outro, como o próprio Bento XVI havia sugerido em várias ocasiões que ele poderia renunciar caso sentisse que já não teria mais forças para cumprir sua missão. Reação, tanto na Igreja e na imprensa em geral, tem sido muito positiva, todos destacando a coragem ea humildade do gesto. 

          Na Igreja da Bélgica, haverá uma missa de ação de graças a ser celebrada em 28 de fevereiro, na Catedral de Santo Michael e Gudula em Bruxelas às 20:00 assim que terminar o papado, no lugar que o papa deixará voando de helicóptero para Gastelgandolfo onde vai descansar por algum tempo antes de voltar a instalar-se no pequeno mosteiro que João Paulo II tinha construído nos jardins do Vaticano para acomodar uma comunidade de monjas contemplativas e que está vazia por alguns meses. Vamos aderir a esta oração de ação de graças para agradecer a Deus por todas as bênçãos que ele trouxe à Igreja através do pontificado de Bento XVI. Conforme solicitado pelo bispo de Tournai, como rezamos cada dia na missa e outro litúrgica nossa, de 1 de Março e pedir ao Espírito Santo que ilumine e guie os cardeais que escolherão o novo Bispo de Roma dez dias depois.

          Vocês provavelmente já leram o texto breve em que o Santo Padre anunciou sua renúncia aos cardeais que estavam reunidos em conclave para o anúncio de três canonizações. Gostaria de comentar sobre algumas frases do texto que é de uma clareza concisa e admirável.

           Bento XVI vai direto ao ponto “Depois de examinar minha consciência diante de Deus, em várias ocasiões,  cheguei à conslusão de que minhas forças, por causa da minha idade avançada, já não são capazes de realizar adequadamente o ministério petrino”.

           Pessoalmente, ao ler este texto, eu imediatamente o classifiquei: “beneditino”. Quando o cardeal Joseph Ratzinger depois da sua eleição papal escolheu o nome de Bento foi, como ele mesmo explicou em seguida, por causa de sua grande devoção a Bento de Núrsia. Nativo da Baviera, onde monaquismo beneditino é muito presente, ele regularmente fazia seu retiro na Abadia de Scheyern quando ainda era cardeal.

           Quando digo  “beneditino” no modo de falar de Bento XVI, é porque eu vejo um paralelo com uma frase curta do capítulo 58 da Regra de São Bento. Este é o capítulo onde São Bento lida com a recepção no mosteiro de um candidato. Para Bento não um momento de busca de “sinais” da vontade de Deus. É tanto da parte do candidato quanto do abade o discernimento necessário para descobrir se o candidato entende o que ele quer e é capaz de realizar. Ele lê três vezes durante o período de um ano, para que possa entender suas responsabilidades. Sempre é dito que ele é livre para tomar a decisão de ficar ou sair. No final, ele deve tomar a sua própria decisão, que é definitiva e então há esta frase maravilhosa de São Bento “viveu Secum deliberatione”, que quer dizer: “tendo deliberado consigo mesmo”. Não há falso misticismo aqui, mas o julgamento consiste de pesar a tarefa em mãos e considerar se o candidato tem a força para empreender.

          Eu encontrei um paralelo na pequena frase de Bento XVI: “”Depois de examinar minha consciência diante de Deus, em várias ocasiões,  cheguei à conslusão de que minhas forças, por causa da minha idade avançada, já não são capazes de realizar adequadamente o ministério petrino”. Ele então explica em poucas palavras o peso deste ministério na situação atual. Esta atitude é o oposto de um falso misticismo que procura em eventos e acontecimentos “sinais” da vontade de Deus. Pelo contrário, é uma decisão humana, tomada diante de Deus em deliberação com a sua consciência, e um exame racional do peso da tarefa à mão e as forças disponíveis. Uma coisa que tem estado presente no pensamento extremamente constante de Joseph Ratzinger, desde seus primeiros escritos como um jovem teólogo, até seus últimos textos como Papa, é a importância da razão humana na ato de fé e, portanto, o ato de obediência à razão.

           Outro elemento a notar nesta atitude é que, este discernimento é a primeira tarefa necessária. Isso se aplica a qualquer cargo na Igreja ou na vida religiosa. Nenhuma tarefa é em si uma honra que seria importante para manter a todo custo.(…) 

          Para o final do texto, Bento XVI disse: “entrego o ministério do Bispo de Roma, que foi confiado a mim pelas mãos dos cardeais em 19 de abril de 2005”. Ele usou a mesma fórmula na aceitação de sua eleição. Novamente, há uma clareza teológica e confiança na razão humana. O papa não é escolhido diretamente pelo Espírito Santo. Ele é escolhido pelos cardeais que devem fazer uma escolha racional, pesando a tarefa e aptidões dos candidatos potenciais, pedindo ao Espírito Santo para purificar seus olhos.

          Um elemento final deste texto bonito é a intenção do Papa de continuar a servir a Igreja através da oração, isto é, uma relação pessoal com Deus. 

          Este texto, em sua brevidade, e seu equilíbrio humano e espiritual faz-me lembrar de um outro documento: o Testamento de Christian de Chergé. Este “testamento” deverá manter-se em antologias de textos de escritos espirituais de grandes intelectuais do século 20. Ouso dizer que o breve texto de Bento XVI  em que ele anuncia a sua demissão também deve ser mantida, e, provavelmente, será mais recordada do que todos os seus profundos escritos teológicos.

Armand Veilleux

Desde os quinze anos, o dogma tem sido o princípio fundamental da minha religião: Eu não conheço outra religião; Não entra na minha cabeça qualquer outro tipo de religião; religião, como mero sentimento, é para mim uma ilusão ou uma gozação.
Cardeal John Henry Newman
No Catolicismo, o caneco, o cachimbo e a Cruz convivem lado a lado.
G.K.Chesterton (e suponho que Tolkien diria o mesmo)
Love, it will not betray you
Dismay or enslave you, it will set you free
Be more like the man you were made to be
There is a design, an alignment, a cry
Of my heart to see,
The beauty of love as it was made to be
 .
tradução:
.
O Amor não vai te trair
Desanimar ou escravizar, irá te libertar
Seja mais como o homem que foi feito para ser.
Existe um projeto, um desígnio, um grito
No meu coração para ver
A beleza do amor como foi feito para ser

Mumford & Sons é uma banda inglesa de música Folk-Pop que alcançou a popularidade de um Jason Mraz ou de um Strokes. O prodígio da banda tem sido compor e executar canções que tratam to cotidiano das pessoas (amor, tristeza, sofrimento, perda) à luz da revelação bíblica, tudo num tom existencial bastante sutil, o que torna a banda bastante agradável a ouvidos de sensibilidade religiosa ou secular.

A música acima é ou não é o hino à caridade de Paulo em 1 Coríntios 13?

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


O Evangelho segundo René Girard

Um livro para dialogar com cristãos e não-cristãos a respeito do sacrifício expiatório de Jesus Cristo. Uma abordagem antropológica que não exclui sua contraparte teológica. A sinopse do livro é um ótimo resumo do assunto tratado pelo autor:

Édipo é expulso de Tebas como responsável pela peste que se abate sobre a cidade. A vítima está de acordo com seus carrascos. A infelicidade apareceu porque ele matou seu pai e casou-se com sua mãe. ‘O bode expiatório’ supõe sempre a ilusão persecutória. Os carrascos crêem na culpabilidade de suas vítimas; estão convencidos, no momento da aparição da peste negra no século XIV, de que os judeus envenenaram os rios. A caça às bruxas implica que juízes e acusadas crêem na eficácia da bruxaria. Os evangelhos gravitam ao redor da paixão como todas as mitologias do mundo, mas a vítima rejeita todas as ilusões persecutórias, recusa o ciclo da violência e do sagrado. O bode expiatório torna-se o cordeiro de Deus. Assim é destruída para sempre a credibilidade da representação mitológica. Permanecemos perseguidores, mas perseguidores vergonhosos. Toda violência doravante revela o que a paixão de Cristo revela; a gênese imbecil dos ídolos sangrentos, de todos os falsos deuses das religiões, das políticas e das ideologias.

Trapistas, os monges católicos que fazem a melhor cerveja do mundo!

"É meu desejo morrer em uma cervejaria. Que coloquem cerveja em minha boca enquanto eu estiver expirando, para que o coro de anjos entoe: "Deus, seja condescendente com esse bebedor"- São Columbano

Compartilho com os leitores esta matéria publicada no Uol sobre as famosas cervejas trapistas! E não acaba por aqui, ainda teremos espaço para tratar das beneditinas, carmelitas, franciscanas e todas as outras cervejas produzidas em abadias, afinal ninguém entende mais de cerveja do que os monges católicos!
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Cerveja trapista: a abençoada e rara bebida feita por monges

 Joana Santana
do UOL, São Paulo

Você já deve ter ouvido falar nos monges trapistas, mas sabia que eles têm tudo a ver com cerveja? “As cervejas produzidas pelos monges trapistas são complexas, com sabores frutados, amadeirados e de personalidades distintas entre si”, descreve Aline Araújo, da Confraria Maltemoiselles e sommelier de cervejas.

A denominação ‘trapista’ refere-se ao outro nome dado à Ordem dos Cistercienses de Estrita Observância, uma congregação católica que, assim como tantas outras, obedece à Regra de São Bento. Começou a tomar corpo no século 17, com diferentes monastérios promovendo reformas internas no sentido de uma vida mais orientada ao silêncio, à renúncia e à obediência. Um dos princípios fundamentais dos trapistas é o lema beneditino ora et labora, “reza e trabalha”. E um desses trabalhos (graças a Deus!) é fazer cerveja.  

E não se trata de uma bebida qualquer. Comparando, dá para dizer que as trapistas estão para as cervejas como o champanhe para os espumantes. Elas estão protegidas sob o selo Authentic Trappist Product, regido pela Associação Trapista Internacional, que funciona como uma denominação de origem controlada. A exigência é tanta que atualmente, apenas sete mosteiros - dentre os quase 200 que a Ordem tem no mundo todo - se enquadram nos critérios estabelecidos em 1962, pela Corte de Ghent, para ter direito à distinção.

Muitas das cervejas trapistas, como a Westmalle Dubbel, a Chimay Triphel e a La Trappe Quadrupel, têm nomes que remetem a um processo de brassagem tipicamente belga, segundo o “Guia Ilustrado Zahar da Cerveja”. O método consiste em passar a água pelo mosto três ou quatro vezes, resultando em um produto bem mais forte na primeira passagem do que na última. Assim, uma cerveja tripla, por exemplo, seria três vezes mais forte que sua similar comum. E como na Idade Média era raro saber ler, eles gravavam os barris com uma cruz simples, dupla ou tripla para diferenciá-las.

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Segundo a associação, a cerveja trapista deve ser produzida no próprio mosteiro, diretamente por monges ou sob sua supervisão. E deve ter a qualidade sob monitoramento constante. A cervejaria precisa ser conduzida de acordo com a vida monástica e funcionar como suporte financeiro à manutenção da abadia e de suas atividades, não podendo visar ao lucro. Todas as marcas que obedecem a esses parâmetros são a holandesa La Trappe e as belgas Achel, Orval, Rochefort, Westvleteren, Westmalle e Chimay.

Mas este cenário há muito inalterado está para mudar. Segundo Marcelo Stein, diretor da Bier&Wein, responsável pela importação da La Trappe, o tradicional mosteiro austríaco de Engelszell, que já tem o selo trapista para produção de licores e queijos, terá a concessão expandida também para a sua cerveja, a Gregorius, já a partir deste mês. “Nós começaremos a trazer grandes lotes da Gregorius já a partir de janeiro, mas já fizemos uma primeira importação, em pequena quantidade, para satisfazer a curiosidade dos apreciadores”, revela ele.

Os mosteiros trapistas oferecem ainda outros produtos com selo de origem, como pães, queijos, biscoitos. Resultado disso é que costumam receber tantos peregrinos religiosos quanto cervejeiros. Grupos aos montes se organizam em verdadeiras procissões para conhecer seus edifícios medievais e, claro, suas cervejas sagradas. Inclusive brasileiros. Como o especialista Edu Passarelli, colunista do Especial Cervejas do UOL Comidas e Bebidas e proprietário da filial paulista do bar Aconchego Carioca, do Rio de Janeiro (RJ). Passarelli será o guia de um tour às abadias belgas que produzem as famosas trapistas, organizado pela agência de viagens gastronômicas Gouté, e previsto para acontecer em maio do ano que vem.

Ele, que já percorreu o tour por duas vezes, afirma que essa é uma viagem especial para os apreciadores porque reúne locais considerados míticos pelos entusiastas. “O roteiro passa por vilarejos e cidadezinhas belgas muito charmosos e com ótimos restaurantes. Além disso, por lá é possível beber algumas das melhores cervejas do mundo, bebidas muito raras ou servidas exclusivamente nos mosteiros”, explica. Faz bem ao corpo e satisfaz o espírito!

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Para se aventurar
As cervejas trapistas são todas do tipo ale, mas podem variar em cor e teor alcoólico. Apesar de serem cercadas de tantas regras e tamanha aura de exclusividade, orbitam entre 5% e 11,3% de teor alcoólico e podem cair bem para qualquer paladar.

Para experimentar as três variedades de Westvleteren, talvez você tenha de dar um pulinho à Bélgica, mas as outras seis podem ser encontradas no Brasil, nas boas casas do ramo. “Elas não devem ser servidas muito geladas para se apreciar melhor seus diversos aromas; a temperatura ideal é entre 4°C e 8°C”, ensina a sommelier Aline.

Westmalle
Da Abadia de Westmalle, na região da Antuérpia, Bélgica. Tem a Dubbel, escura e com 7% de teor alcoólico; e a Tripel, clara e com 9,5%.

Chimay
Da Abadia de Scourmont, em Chimay, Bélgica. Tem a Red, acobreada e com 7% de teor alcoólico; a Triphel, dourada e com 8%,; e a Blue, escura e com 9%.

Rochefort
Da Abadia de Notre-Damme de Saint-Rémy, em Rochefort, Bélgica. Tem a ‘6’, avermelhada, com 7,5% de teor alcóolico; a ‘8’, escura e com 9,2%; e a ‘10’, também escura e com 11,3%.

Orval
Da Abadia de Notre-Damme d’Orval, em Luxemburgo, Bélgica. Único dos mosteiros trapistas que produz apenas uma variedade, de cor âmbar e 6,2% de teor alcoólico.

Achel
Da Abadia de Notre-Damme de Saint-Benoît Achelse Kluis, em Hamont-Achel, Bélgica. Tem a Blonde, clara e com 8% de teor alcoólico; e a Bruin, escura e com 5%.

La Trappe
Da Abadia Onze-Lieve-Vrouw van Koningshoeven, na região de Tilburg, Holanda. Tem a Blond, clara e com 6,5% de teor alcoólico; a Dubbel, avermelhada e com 7%; a Tripel, âmbar e com 8%; a Quadrupel, escura e com 10%; e a Witte, clara e com 5,5%.

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notícia em: http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/redacao/2012/10/12/abencoadas-cervejas-trapistas.htm

Homens e deuses - dirigido por Xavier Beauvois

Filme imperdível que retrata a vida dos sete monges trapistas da Argélia que sofreram martírio por não abandonarem o mosteiro em que viviam diante da ameaça de terroristas islâmicos que exigiam a sua retirada. Os monges se recusaram a sair por fidelidade ao serviço prestado a população muçulmana que habitava nas redondezas do mosteiro e recebiam dos monges cuidados médicos e prestação de serviços manuais. Um filme que recebeu aplausos de cristãos e não-cristãos, principalmente pela mensagem de tolerância que culmina no testamento do monge Christian de Cherge:

“Minha morte, claro, parecerá justificar aqueles que apressadamente julgavam-me ingênuo ou idealista: “Deixe-nos dizer agora o que ele acha disso!” Mas estas pessoas precisam perceber que minha mais ávida curiosidade será finalmente satisfeira. Isto é o que poderei fazer, se Deus quiser - imergir meus olhos no olhar do Pai, para contemplar com Ele seus filhos do Islã como Ele os vê, todos brilhando com a glória de Cristo, os frutos de sua paixão, repletos do Dom do Espírito, cuja alegria secreta será sempre de estabelecer comunhão e remodelar todos à sua imagem, deliciando-se com suas diferenças.

Para esta vida entregue, totalmente minha e totalmente deles, agradeço a Deus que parece ter desejado tudo isso por causa da alegria, apesar de tudo. Neste “obrigado”, que é dito por tudo em minha vida a partir de agora, certamente incluo vocês, amigos de ontem e de hoje, e vocês, meus amigos deste lugar, junto com minha mãe e meu pai, meus irmãos e irmãs e suas famílias – Todos concedidos ao cêntuplo como foi prometido!

E a você também, amigo do último momento, que não está ciente do que estava fazendo. Sim, para você também este “obrigado” - e esta despedida - para recomendar você a Deus cujo rosto eu vejo em sua face.

E que possamos nos encontrar, felizes “bons ladrões” no Paraíso, se Deus quiser, o Pai de nós dois. Amém”

A glória de Deus é o homem vivo
Santo Irineu de Lyon

Em abril entra em cartaz o novo filme de Terrence Malick. Um romance cujos personagens principais não são os enamorados, mas o próprio Cristo, escondido e revelado no cotidiano dos protagonistas, como Terrence sempre costuma mostrá-Lo em seus filmes.

Este é o melhor documentário sobre a Igreja Católica. Ainda não foi disponibilizado em português, o que é uma pena. Já enchi o saco dos realizadores por email pedindo para produzirem logo uma legenda br. Disseram-me que em breve me darão boas notícias. Espero que muito em breve!

Que tal bilhões?

  • Peter Seewald: Quantos caminhos há para Deus?
  • Cardeal J.Ratzinger: Tantos quanto há pessoas. Porque mesmo dentro da mesma fé o caminho de cada um é muito pessoal.Nós temos a Palavra de Cristo: "Eu sou o Caminho". Neste sentido, há afinal um só caminho, e cada um que está a caminho de Deus está também, de alguma maneira, no caminho de Jesus Cristo. Isto não significa que, consciente e deliberadamente, todos os caminhos sejam idênticos, mas, pelo contrário, que o caminho é realmente tão grande que se torna, em cada um, no seu caminho pessoal.